
Um pescador certa vez pescou um salmão. Quando viu seu extraordinário tamanho, exclamou: "Que peixe maravilhoso! Vou levá-lo ao Barão! Ele adora salmão fresco."
O pobre peixe consolou-se, pensando: "Ainda posso ter alguma esperança."
O pescador levou o peixe à propriedade do nobre, e o guarda na entrada perguntou: "O que tem aí?"
"Um salmão", respondeu o pescador, orgulhoso.
"Ótimo", disse o guarda. "O Barão adora salmão fresco."
O peixe deduziu que havia motivos para ter esperança. O pescador entrou no palácio, e embora o peixe mal pudesse respirar, ainda estava otimista. Afinal, o Barão adora salmão, pensou ele.
O peixe foi levado à cozinha, e todos os cozinheiros comentaram o quanto o Barão gostava de salmão. O peixe foi colocado sobre a mesa e quando o Barão entrou, ordenou: "Cortem fora a cauda, a cabeça, e abram o salmão."
Com seu último sopro de vida, o peixe gritou em desespero: "Por que você mente? Se realmente me ama, cuide de mim, deixe-me viver. Você não gosta de salmão, gosta de si mesmo!"

Uma mãe levou o filho pequeno ao fundo de um vale, e disse: "Grite as palavras: 'Eu te odeio'!" De repente, ele ouviu o som assustador de "EU TE ODEIO, Eu Te Odeio, Eu Te Odeio!" ecoando pelo vale.
Ela voltou-se para o filho e pediu: "Agora grite as palavras 'Eu Te Amo' o mais alto que puder."
Ele gritou com todas as forças: "EU TE AMO!" De repente, ouviu: "Eu TE AMO, Eu Te Amo, Eu Te Amo!" ecoando ao seu redor.
"Olhe dentro de um lago e veja um espelho de água refletindo sua imagem. Ame outra alma e seu amor se refletirá de volta para você."

"Um judeu é como uma vela," explicou certa vez o Rebe a um chassid, "e sua tarefa é acender outros judeus."
O chassid perguntou: "Rebe, o senhor já acendeu minha vela?"
O Rebe respondeu: "Não, mas eu dei o fósforo a você. Agora deve riscá-lo e acender a si mesmo."
"Se você deseja consertar o mundo, comece consigo mesmo."
"Fique tão ocupado melhorando a si mesmo que não sobre tempo para criticar os outros."
"Aquele que rema o barco não tem tempo para balançá-lo."
"Antes de acordarmos, a neshamá do dia clama e implora: 'Por favor, faça o melhor para mim!
"Quando chegar o dia em que deverei prestar contas pela minha vida, não serei indagado: 'Por que você não foi Moshê?' Eu não estava equipado para ser Moshê. Mas temo a pergunta 'Por que você não foi Zusia?'
Reb Zusia de Anipo
Um casal israelense elogiou emotivamente seu único filho. A audiência na sinagoga ouviu com simpatia enquanto o casal falava sobre o caráter do jovem, sua apreciação pela vida, e profunda devoção à Terra Santa. Pouco depois de seu 19º aniversário, ele foi brutalmente assassinado enquanto defendia seu amado país. Em memória ao filho, os pais fizeram uma generosa doação à sinagoga que freqüentavam.
Após a apresentação, uma mulher na audiência voltou-se ao marido e sussurrou: "Vamos doar a mesma quantia pelo nosso filho."
"O que está dizendo?" perguntou o marido. "Nosso filho não perdeu a vida!"
"Por isto mesmo!", respondeu a mãe. "Vamos fazer caridade porque ele foi poupado."
Ajuda
Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia movê-lo nenhum centímetro. O pai, que ali chegava, parou para observar os esforços vãos do filho. Finalmente perguntou:
"Filho, está usando toda a sua força?"
"Sim, estou!" gritou o garoto, exasperado.
"Não", disse calmamente o pai, "você não está. Não me pediu para ajudá-lo.
Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia movê-lo nenhum centímetro. O pai, que ali chegava, parou para observar os esforços vãos do filho. Finalmente perguntou:
"Filho, está usando toda a sua força?"
"Sim, estou!" gritou o garoto, exasperado.
"Não", disse calmamente o pai, "você não está. Não me pediu para ajudá-lo.
"Quase tão bom quanto saber algo é saber onde encontrá-lo."
"Para fazer uma torta de maçã do nada, primeiro você deve criar o universo."

Um educador secular na Rússia Comunista estava dando uma aula sobre Ciências e Ética aos seus jovens alunos. O tema em discussão era a idéia de "crença versus realidade". Ele começou sua palestra com a alegação que tudo aquilo que não pode ser visto não existe.
"Vocês sabem por que não podem ver um disco voador no céu?" perguntou o professor à audiência. "Porque não existe! E pelo mesmo motivo, todos acreditamos que não há nenhum D'us neste mundo. Não podemos vê-Lo, portanto Ele não existe."
Um estudante esperto, sentado ao fundo da sala, levantou a mão e saiu-se com essa: "Isso significa que o professor não tem cérebro? Quero dizer, nenhum de nós pode vê-lo?!"
"Para quem acredita não há perguntas: para o céptico não há respostas."
"Quanto menos se sabe, mais fácil é se convencer que se sabe tudo."
"Quanto menos se sabe, mais fácil é se convencer que se sabe tudo."

Um jovem descrente, desejando testar o conhecimento de um sábio, ergueu o punho fechado na frente do homem venerado.
"O que tenho em minha mão?" perguntou o jovem.
"Uma borboleta", foi a resposta.
"Está viva ou morta?" inquiriu o rapaz.
O ancião sabia que o jovem estava brincando com ele. Se respondesse morta, o jovem abriria a mão e deixaria a borboleta voar. Se respondesse viva, o rapaz fecharia a mão e esmagaria a criatura. Então respondeu:
"Está em suas mãos – fazer aquilo que deseja com ela."
"Se você pensar que pode, ou que não pode – estará certo."
"Quando todos os elementos estão fora do seu controle, lembre-se de que ainda pode controlar a sua reação.""O dinheiro é fogo. Pode destruir e aniquilar, ou iluminar e aquecer, dependendo da maneira pela qual é usado.”
Rabi Elimelech de
Durante uma viajem,recebi um fax de minha secretária: ´´Ficou faltando um tijolo de vidro para a reforma da cozinha`` tinha escrito ela. ´´Envio o projeto original,e o jeito que o pedreiro dará para compensar a falta``
De um lado,havia o desenho que minha mulher fizera: fileiras harmoniosas,com aberturas para a ventilação.Do outro lado,o projeto que resolvia a falta do tijolo de vidro: um verdadeiro quebra-cabeça,onde os quadrados de vidro se misturavam sem qualquer estética.
´´Comprem o tijolo que falta``,escreveu minha mulher como resposta.
Assim foi feito,e o desenho original foi mantido.
Naquela tarde fiquei pensando muito tempo no assunto.Quantas vezes,pela falta de um simples tijolo,deturpamos completamente o projeto original de nossas vidas.
Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, o capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil retirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente, avaliou a situação e certificou-se de que o animal não se machucara. Mas, pela dificuldade e alto custo de retirá-lo de lá, achou que não valia a pena investir numa operação de resgate.
Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo. E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo... Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal se sacudia e ela ia acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço. Finalmente conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu por ainda muitos anos servindo ao seu dono na fazenda.
A conclusão a que se chega é a seguinte: se você estiver "LÁ EMBAIXO", sentindo-se pouco valorizado, quando, já certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidades e de apoio, lembrem-se desse cavalo... Não aceite a terra que cai sobre você... Sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais terra, mais você vai subindo..., subindo..., subindo..., aprendendo a sair do buraco.
