
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010

Esta é mais uma história daquelas que mexem com a gente....que marcam.
A diferença dessas histórias para as outras, é que esta é real.
Um belo dia, em nossa casa apareceu um cachorro. É, um cachorro que surgiu não sei de onde, a mando não sei que quem. Mas veio.E nunca descobrimos de onde surgiu esse animalzinho que veio prá alegrar nossa casa... Era um cão baixinho, de pelos pretos, patas curtas e uma carinha de malandro...Mas um pouco triste. Sempre sozinho, afastado, desconfiado. Cabisbaixo. Algumas pessoas o chamavam de gigante, outros de Besteirinha, e nós, o batizamos de Jhony. Não sei porque, mas eu o batizei assim, porque achei a carinha dele parecida com de um Jhony...Meu marido cuidou das feridinhas no corpo. Levou na Faculdade para ser tratado, limpo, vacinado. O bichinho estava morre e não morre. Mas não morreu. E virou um companheiro. E que companheiro! Tomou posse da garagem da casa....da cozinha, da sala e de nós...parecia que veio para cuidar, zelar por nossa segurança. Para uma pessoa encostar aqui em casa, precisaria chegar com jeitinho, porque ele avançava mesmo...Baixinho valente!E se apegou tanto a nós, que..como um ato de gratidão, sempre acompanhava um de nós até o ponto de ônibus. Um por um. Deixava e voltava....Sempre com passos suaves, cabeça baixa...Oh Jhony...
E assim foi durante 1 ano e meio. O Jhony já era da família e todos nas redondezas o conheciam.
Um belo dia, alguém da vizinhança veio nos avisar que Jhony estava passando mal...vômito, fraqueza, essas coisas. Meu marido, tentou ajudá-lo com veterinário, mas pela manhã ele não resistiu. Pobrezinho , morreu....que tristeza. Poxa, logo o Jhony? Achamos que foi envenado, mas....A rua parecia sentir a sua falta...aquela passinhos nas ruas. Parecíamos ouvir. Mas não.
Bom, passaram-se dois dias exatamente. Ao chegar do trabalho lá pelas 23h00min, encontrei na minha garagem outro cachorro. Meu pai! Levei um susto? Como assim???? O que é isso? Chamei meu marido e perguntei, onde encontrou esse cachorro? E ele disse que nunca tinha visto na vida. E estava tão assustado como eu. Porque o cachorro já estava dentro da garagem, deitado e com uma intimidade com a gente, como se já nos conhecesse. Gentê! Isso é estranho! Mas não era um cachorro e sim uma cadela! Lindinha! Alta e com aproximadamente três meses de vida. Tinha uma coleira. Dócil, carinhosa e muito, muito esperta! Inteligente! Ao contrário do Jhony, é muito alegre e sapeca. Veio de onde? Não sabemos. Já procuramos o dono e nada... E não vai embora por nada...Já a levamos nas esquinas e a deixamos lá para ver se encontrava o dono ou se o dono a encontrava. Que nada! Mais tarde, lá estava ela na porta de casa, latindo, como que pedindo para abrirmos a porta. Será uma namoradinha que o Jhony deixou? O jeito é adotá-la. E já tem um nome. É Fanny. Porque não sei... Acho que ela tem cara de Fanny. Fanykyta. Nossa cachorrinha é limpa e bem tratada. Seja de quem for ou de onde veio, veio para não substituir a falta do Jhony, mas para ocupar esse vazio que ficou na garagem, na sala, na rua... Jhony Jhony onde quer que você esteja, sentimos sua falta e matamos a saudade com a Fanny. É... fazer oque se ela nos escolheu. Se eles nos escolheram, né? Que bom que vieram... Abraços...


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Hoje de madrugada...já deitada, lembrei-me dos momentos difíceis que passei algum tempo atrás...Assim muito rapidamente, como um passe de mágica pude visualizar minha vida e me dei conta do quanto eu tinha superado e como eu estava feliz...Do quanto Deus me ama!. Era madrugada, todos dormiam e eu, deitada com a cabeça no travesseiro, no escuro...olhei para cima e sorri para Deus sussurrando “ Obrigada Meu Deus!” E pude sentir Deus me sorrindo também...Deus é maravilhoso!
Deus gosta de sorrir e de nos fazer sorrir...
Deus sorrir quando confiamos totalmente Nele.
Deus sorrir quando obedecemos a sua palavra.
Deus sorrir quando somos gratos a Ele.
Deus sorrir quando o amamos acima de tudo!
Agindo assim, teremos motivos para dar boas gargalhadas e ter uma vida rica de felicidade.
Você, já sorriu para Deus hoje?
Porque eu,tenho muitos motivos de sorrir para Ele..
.aiaiaia..tão bom...

terça-feira, 7 de setembro de 2010


Não adianta o corpo sarado nem o rosto sem rugas. Também não fazem efeito as roupas de grife. Em mulher mal-humorada, nada funciona: a única coisa que aparece é o mau humor. Mulheres de bico, de cara amarrada, ríspidas, amargas, azedas... alguém merece?!
Elas reclamam o tempo todo: adoram fazer papel de vítima, repetem 18 vezes por dia que estão exaustas (inclusive nas férias), põem defeito em tudo e em todos e amam fazer profecias negativas. Exemplo? Você chega ao escritório e conta, feliz da vida, que conheceu um cara interessantíssimo na noite anterior. A mal-humorada levanta as sobrancelhas, tomba o pescoço e diz: 'É, se eu fosse você não me animaria muito. Esses caras bebem, se entusiasmam, dizem que vão ligar, mas depois nem se lembram'. Pronto. Você, que já não é das mais seguras, sente seu castelo balançar. Não satisfeita, a colega vidente pergunta alguns dias depois se 'aquele cara' ligou. Quando você confessa que não, ela dá o único sorriso do dia e diz apenas: 'Não te falei...?'.
Além de conjugar o futuro sempre no imperfeito, as mal-humoradas adoram orações adversativas: 'O prato está bom, mas...', 'Fui promovida, mas...'. Há sempre um 'porém', um 'contudo' ou um 'todavia' no caminho dessas almas emburradas. Às vezes, expressos em silêncio. É aquela colega que chega, não dá 'bom dia', não abre a boca -e nem precisa: o rosto dela diz tudo. Se você perguntar se ela está com algum problema, a mal-humorada só responde: 'Nada, não...'. E aí a presença dela vai crescendo, porque não há nada tão contagiante, ou contagioso, quanto o mau humor. Ele intoxica quem está perto, contamina o ambiente.
Momentos de mau humor? Todas nós temos. Nada mais humano e mais digno de perdão. Mas há uma diferença enorme entre estar e ser mal-humorada. E não vale dizer que a vida anda difícil. A vida está difícil, sim, e não faltam razões para sentirmos tristeza, angústia, ansiedade. Mau humor, não: é um outro departamento. Tristeza e angústia, a gente processa internamente. Mau humor é quando você apresenta para o outro a fatura da sua infelicidade. Ele é obrigado a pagar a conta do que você consumiu (ou deixou de consumir) sozinha. Quem é que quer conviver com alguém assim?
Vi um outdoor em Tóquio que dizia: 'O sorriso é a melhor maquilagem'. Qualquer mulher fica mais bonita quando sorri. Não é preciso mostrar os dentes o tempo todo, dar uma de Poliana, como se a vida fosse pink -mesmo porque ela está mais para punk. Mas é por isso mesmo que a gente tem que ter senso de humor, sempre, em qualquer situação. Sem ele, fica impossível.
Ainda dá tempo: pegue de volta aquela sua lista de resoluções para o Ano Novo e inclua: 'Vou adotar uma postura bem-humorada diante da vida'. Ou então, melhor ainda: resolva já o que está causando seu mau humor. É o casamento, ou o namoro, que está respirando por aparelhos? Talvez seja hora de desligar todos os tubos. É a dieta, que está te deixando com fome? Melhor ganhar três quilos do que perder o humor. Se for o emprego, tente mudar. Se for a cidade, também. O que não dá é para puxar o freio de mão na infelicidade e depois apresentar a conta para os outros. Ah, e antes que você me pergunte, as sugestões também valem para os homens. Homem mal-humorado é castigo que nenhuma mulher merece. A não ser que ela também seja. Aí, é chumbo trocado. E os dois que se (des)entendam.
"A alegria é o fogo que mantém aquecido o nosso objetivo, e acesa a nossa inteligência." (Helen Keller).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010



ELE É A TUA FORÇA BEM PRESENTE!!!

Eu e meus desabafos...
NiNguém está livre de fofoca...o menbro usado é a língua..esta sim, qdo não abençoa, amaldiçoa...
As pessoas devem estar antenadas para este ataque...Vem devagar e a pessoa usada para isso tem um dom, uma especialidade fora de sério!E é tão convincente que engana qualquer um...
Eu mesma já fui vítima de inúmeras fofocas e confesso que já fofoquei bastante...mas veja bem, qdo percebi o mal e o estrago que é feito e que prá consertar as vezes é impossível e deixa sequelas...Percebi que deveria me afastar de pessoas com esse dom, pq elas influenciam vc de uma maneira, que qdo percebe, já era!Fiquei mais atenta e escolhi com quem e o que devo comentar...Estou de olhos abertos e de prontidão...para não cair mais nessa cilada...
E um aviso aos fofoqueiros de plantão :TÔ FORA!!!GOSTA DE FOFOCA?ME ESQUECE,OK????
Irmãs...
Ah gentê...As vezes fico um pouco tristinha por ter tantas irmãs e sermos tão distante...Gostaria muito de poder reunir fins de semana todos para almoço com direito a gargalhadas...natal com mesa cercada por todos...mas não é assim...Bom, eu tenho esperanças de que um dia td será diferente...Afinal, somos sangue do mesmo sangue, do mesmo ventre..somos diferentes E SOMOS TODAS IGUAIS!!!!
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher, através da janela de sua cozinha, reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido: Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao acordar e ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu: Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Limpar a nossa própria vidraça antes de comentar a vida alheia.
E você?
Já limpou a sua vidraça?