sábado, 25 de setembro de 2010

Que bom que nos escolheram...

Esta é mais uma história daquelas que mexem com a gente....que marcam.

A diferença dessas histórias para as outras, é que esta é real.

Um belo dia, em nossa casa apareceu um cachorro. É, um cachorro que surgiu não sei de onde, a mando não sei que quem. Mas veio.E nunca descobrimos de onde surgiu esse animalzinho que veio prá alegrar nossa casa... Era um cão baixinho, de pelos pretos, patas curtas e uma carinha de malandro...Mas um pouco triste. Sempre sozinho, afastado, desconfiado. Cabisbaixo. Algumas pessoas o chamavam de gigante, outros de Besteirinha, e nós, o batizamos de Jhony. Não sei porque, mas eu o batizei assim, porque achei a carinha dele parecida com de um Jhony...Meu marido cuidou das feridinhas no corpo. Levou na Faculdade para ser tratado, limpo, vacinado. O bichinho estava morre e não morre. Mas não morreu. E virou um companheiro. E que companheiro! Tomou posse da garagem da casa....da cozinha, da sala e de nós...parecia que veio para cuidar, zelar por nossa segurança. Para uma pessoa encostar aqui em casa, precisaria chegar com jeitinho, porque ele avançava mesmo...Baixinho valente!E se apegou tanto a nós, que..como um ato de gratidão, sempre acompanhava um de nós até o ponto de ônibus. Um por um. Deixava e voltava....Sempre com passos suaves, cabeça baixa...Oh Jhony...

E assim foi durante 1 ano e meio. O Jhony já era da família e todos nas redondezas o conheciam.

Um belo dia, alguém da vizinhança veio nos avisar que Jhony estava passando mal...vômito, fraqueza, essas coisas. Meu marido, tentou ajudá-lo com veterinário, mas pela manhã ele não resistiu. Pobrezinho , morreu....que tristeza. Poxa, logo o Jhony? Achamos que foi envenado, mas....A rua parecia sentir a sua falta...aquela passinhos nas ruas. Parecíamos ouvir. Mas não.

Bom, passaram-se dois dias exatamente. Ao chegar do trabalho lá pelas 23h00min, encontrei na minha garagem outro cachorro. Meu pai! Levei um susto? Como assim???? O que é isso? Chamei meu marido e perguntei, onde encontrou esse cachorro? E ele disse que nunca tinha visto na vida. E estava tão assustado como eu. Porque o cachorro já estava dentro da garagem, deitado e com uma intimidade com a gente, como se já nos conhecesse. Gentê! Isso é estranho! Mas não era um cachorro e sim uma cadela! Lindinha! Alta e com aproximadamente três meses de vida. Tinha uma coleira. Dócil, carinhosa e muito, muito esperta! Inteligente! Ao contrário do Jhony, é muito alegre e sapeca. Veio de onde? Não sabemos. Já procuramos o dono e nada... E não vai embora por nada...Já a levamos nas esquinas e a deixamos lá para ver se encontrava o dono ou se o dono a encontrava. Que nada! Mais tarde, lá estava ela na porta de casa, latindo, como que pedindo para abrirmos a porta. Será uma namoradinha que o Jhony deixou? O jeito é adotá-la. E já tem um nome. É Fanny. Porque não sei... Acho que ela tem cara de Fanny. Fanykyta. Nossa cachorrinha é limpa e bem tratada. Seja de quem for ou de onde veio, veio para não substituir a falta do Jhony, mas para ocupar esse vazio que ficou na garagem, na sala, na rua... Jhony Jhony onde quer que você esteja, sentimos sua falta e matamos a saudade com a Fanny. É... fazer oque se ela nos escolheu. Se eles nos escolheram, né? Que bom que vieram... Abraços...




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ELE É A TUA FORÇA BEM PRESENTE!!!

ELE É A TUA FORÇA BEM PRESENTE!!!

Eu e meus desabafos...

Hummm...Fofoca é uma arma muito perigosa..que aniquila qualquer grupo por mais que este esteja bem ajustado. Vem como quem não quer nada , como uma ventania, derrubando tudo e espalhando por todos os lados as poeiras da confusão.
NiNguém está livre de fofoca...o menbro usado é a língua..esta sim, qdo não abençoa, amaldiçoa...
As pessoas devem estar antenadas para este ataque...Vem devagar e a pessoa usada para isso tem um dom, uma especialidade fora de sério!E é tão convincente que engana qualquer um...
Eu mesma já fui vítima de inúmeras fofocas e confesso que já fofoquei bastante...mas veja bem, qdo percebi o mal e o estrago que é feito e que prá consertar as vezes é impossível e deixa sequelas...Percebi que deveria me afastar de pessoas com esse dom, pq elas influenciam vc de uma maneira, que qdo percebe, já era!Fiquei mais atenta e escolhi com quem e o que devo comentar...Estou de olhos abertos e de prontidão...para não cair mais nessa cilada...
E um aviso aos fofoqueiros de plantão :TÔ FORA!!!GOSTA DE FOFOCA?ME ESQUECE,OK????


Irmãs...

Ah gentê...As vezes fico um pouco tristinha por ter tantas irmãs e sermos tão distante...Gostaria muito de poder reunir fins de semana todos para almoço com direito a gargalhadas...natal com mesa cercada por todos...mas não é assim...Bom, eu tenho esperanças de que um dia td será diferente...Afinal, somos sangue do mesmo sangue, do mesmo ventre..somos diferentes E SOMOS TODAS IGUAIS!!!!
A VIDRAÇA
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher, através da janela de sua cozinha, reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido: Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao acordar e ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu: Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Limpar a nossa própria vidraça antes de comentar a vida alheia.
E você?
Já limpou a sua vidraça?
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