sábado, 10 de abril de 2010

DESABAFO DE UMA ESPOSA REBELDE...

São 7h.

O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.
Estou TÃO acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando até. Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas. Aquário? Olhando os peixinhos nadarem. Espaço? Fazendo alongamento. Leite condensado? Brigadeiro. Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro para funcionar. Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher, e por quê ela fez isso conosco, que nascemos depois dela. Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus... A vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária. Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã, tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço, minha filha? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo ao seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos..., que raio de direitos requerer? Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda. Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard e, se duvidar, nem vôlei. Por quê, me digam, por quê um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o "macharedo"? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo. Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com o meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas. Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações. Viramos supermulheres, continuamos a ganhar menos do que eles. Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço? Chega!, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela - ai, meu Deus, 7h 30min, tenho que levantar!, - e tem mais, que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés para cima e diga: "meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?", descobri que nasci para servir.
Vocês pensam que eu estou ironizando? Estou falando sério!
Estou abdicando do meu posto de mulher moderna...
Troco pelo de Amélia.
Alguém se habilita?

(Autor anônimo)

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ELE É A TUA FORÇA BEM PRESENTE!!!

ELE É A TUA FORÇA BEM PRESENTE!!!

Eu e meus desabafos...

Hummm...Fofoca é uma arma muito perigosa..que aniquila qualquer grupo por mais que este esteja bem ajustado. Vem como quem não quer nada , como uma ventania, derrubando tudo e espalhando por todos os lados as poeiras da confusão.
NiNguém está livre de fofoca...o menbro usado é a língua..esta sim, qdo não abençoa, amaldiçoa...
As pessoas devem estar antenadas para este ataque...Vem devagar e a pessoa usada para isso tem um dom, uma especialidade fora de sério!E é tão convincente que engana qualquer um...
Eu mesma já fui vítima de inúmeras fofocas e confesso que já fofoquei bastante...mas veja bem, qdo percebi o mal e o estrago que é feito e que prá consertar as vezes é impossível e deixa sequelas...Percebi que deveria me afastar de pessoas com esse dom, pq elas influenciam vc de uma maneira, que qdo percebe, já era!Fiquei mais atenta e escolhi com quem e o que devo comentar...Estou de olhos abertos e de prontidão...para não cair mais nessa cilada...
E um aviso aos fofoqueiros de plantão :TÔ FORA!!!GOSTA DE FOFOCA?ME ESQUECE,OK????


Irmãs...

Ah gentê...As vezes fico um pouco tristinha por ter tantas irmãs e sermos tão distante...Gostaria muito de poder reunir fins de semana todos para almoço com direito a gargalhadas...natal com mesa cercada por todos...mas não é assim...Bom, eu tenho esperanças de que um dia td será diferente...Afinal, somos sangue do mesmo sangue, do mesmo ventre..somos diferentes E SOMOS TODAS IGUAIS!!!!
A VIDRAÇA
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher, através da janela de sua cozinha, reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido: Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao acordar e ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu: Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Limpar a nossa própria vidraça antes de comentar a vida alheia.
E você?
Já limpou a sua vidraça?
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